domingo, agosto 24, 2014

Hoy yo com mi corazón quito todas las tiritas...

Fagner e Mercedes Sosa..
Años

El tiempo pasa
Nos vamos poniendo viejos
El amor no nos reflejo como ayer
En cada conversacion
Cada beso, cada abrazo
Se impone siempre um pedazo de razón
Passam os anos
E como muda o que eu sinto
O que ontem era amor
Vai se tornando outro sentimento
Porque anos atrás
Tomar tua mão, roubar-te um beijo
Sem forçar o momento
Fazia parte de uma verdade ...
El tiempo pasa ...
Vamos viviendo
Viendo las horas que van passando
Las viejas discussiones
Se van perdiendo entre las razones ...
A todo dices que si
A nada digo que no
Para poder construir
Essa tremenda harmonia
Que pone viejo los corazones
El tiempo pasa ...
Vamos vivendo
Vendo as horas que vão passando
As velhas discussões
Vão se perdendo entre as razões
A tudo dizes que sim
A nada digo que não
Para poder construir ...
Esa tremenda harmonia
Que pone viejo los corazones
O tempo passa ...

sábado, agosto 23, 2014

Há infinitos maiores que outros
é mais fácil imaginar meu infinito quando a luz se apaga
fico a ver sua cara
meu pulsar
vê o infinito
que há nesse momento
eterno.

quinta-feira, agosto 21, 2014

Mimimimimi saco!

Virei um zumbi?
Que se diz de  
paixão
Enquanto no tal do jogo
Livre
Eu presa, desperta
A saber q o Outro
Não se entrega
não...
Ehhhhh zumbi
Vai dormir
Vai querer que entregue
Para ti
Aquele coração?
Hahahaha
Haja ingenuidade
Da instrumentalidade
Seja prazer
Seja razão...

segunda-feira, agosto 18, 2014



quando o desejo na ideia
bate de frente com a carne
se vê
o tempo
sabe-se nesse momento da ilusão
quando sentimentos deste tipo
são ditos
e que bom que o Outro ache bom saber
simplesmente que ele goste de saber
da invenção
eu gosto da vazão
da inspiração
do tempo que ocupa meu sim, meu não
passo que o tempo que passa
pra saber o que são
o tempo, o vento 
o gozo, né coração?
S.A.C


Aquela que não te pertence por mais queira 
(Porque ser pertencente
É entregar a alma a uma Cara, a de áspide 
Escura e clara, negra e transparente),
Ai! Saber-se pertencente é ter mais nada. 
É ter tudo também. 
É como ter o rio, aquele que deságua 
Nas infinitas águas de um sem-fim de ninguéns. 
Aquela que não te pertence não tem corpo. 
Porque corpo é um conceito suposto de matéria 
E finito. 
E aquela é luz. 
E etérea. 
Pertencente é não ter rosto. 
É ser amante 
De um Outro que nem nome tem. 
Não é Deus nem Satã. 
Não tem ilharga ou osso. 
Fende sem ofender. 
É vida e ferida ao mesmo tempo, 
“ESSE” 
Que bem me sabe inteira pertencida.
Hilda Hilst

sábado, agosto 16, 2014

À minha Beatrice.

tentando descrever o fenômeno:
meu já amor
é um bem que quero
amar você
você é meu bem?
se me disseres que não és
como irei desfazer?
meu amor você tens me confundido
quando nos comemos experimentando
o sabor que temos
vi saciada
e depois esvaziada quando vai pro nada
te invento calada
pra preencher
o prazer que há
quando você dentro
vem me beijar
e penso que conforto
quando eu me aquieto no céu
do seu peito
apaziguada
sobre seus pêlos
que minhas mãos
procuram o macio do
teu coração pegar
agora que me vejo outra
pois penso tanto em ti
fiquei feliz
quando virou o rosto
será que eu tive de forçar?
mas vi seu olhar a mirar
que maravilhoso convite
crês que podes
outra vez inundar
preenchido
um alento
de luz
de amor que une
e imune
nosso amor
unidade eterna em mim
amor claro
surpreendidos
nossos olhos
nesse paraíso que há
deslumbrados viveremos
transportados
para o que sempre queremos
àquela "esfera mais alta
e luminosa".

“e drizzeremo gli ochi al primo amore,
sí che, guardando verso lui, penetri,
quant' è possibil, per lo suo fulgore."
Dante, Paraíso, CANTO XXXII, 142.


terça-feira, agosto 12, 2014

Hados

foi de fato dado
necessitado de significado
quando viu-se amorado
estava fadado, aluado, acuado
quando mirou o seu lado amarelado
tudo ficou simplificado descentralizado
do outro lado que estava virado
já tinha desdobrado o mundo
encantado
acabrunhado,  islado e enfadado
com a crítica literária do Machado
à carne resignado
acabado e
rimado
depois de pensado o que sempre é sonhado
foi ler conformado.




segunda-feira, agosto 11, 2014

Sâmara nenhuma teoria é melhor que seu sexo
até sua bunda é melhor que qualquer teoria
melhor até que você Sâmara!
Picas versus iniciações
Heidegger e Hanna kkkk
Muita porra que fica na lembrança
ok
partimos para o plano d'antes
os seus planos
sem guias
a paixão se quiser vir, que venha, se tiver que vir
Ou não venha
Ou se já tiver aqui
Já podes ir
se não quiser
Ou se quiser que fique aqui
Mas
não vai ser mais tábua de salvação
afinal...
agora que eu aprendi tamanha a ilusão
e necessidade,
imaturidade
Fantasia
Verdade
Ao menos sei que a minha vontade
É verdade
O que sinto
Não sei não
Dizem que é ilusão
OK
Volto pro meu eterno
Querer
Tudo que pra mim fica
E é minha pica no tempo
Literatura, poesia, filosofia
tenho menos tempo pra idealizar
Minha morte em ti....

sábado, agosto 09, 2014

ok
só pro meu prazer
eu não terei a audácia
de fingir
que tenho uma razão tão...tão...tão...
que crio o que quiser
é até mesmo
mais muita razão
afinal, são tantas as percepções que conheço
que, ah....eu tô flutuando sobre as minhas...
pra ter "controle de toda a percepção
das minhas fantasias"
tão infantis, e afinal no mundo dos adultos sábios
são tantas ilusões pra tanta razão
que com uns vinte anos de estudo
ou mais
eu nunca
acharei que a minha maior ficção
precisa ser substituída..
ou que a minha percepção do que sinto
estará acima
como um eu observando o próprio euzinho..
ah por favor...
essa realidade semântica, transcendental cheia de razões
pra todas as razões
e
acima, mui acima
eu é que não subo aí...

Eu adoro mulher com bunda grande.

Diante do seu mundo ideal
cai no seu colo a realidade
A vida já não é mais a mesma
a alma já possui o que quer
o corpo perdeu-se aí
minha alma antes só minha
agora parece querer ser guiada
aliás, não foi o que sempre quis?
aquela figura que tem falo
e a leva pra ver o mundo?
Há sem dúvida a visão da mulher da bunda
da mulher dos olhos
da mulher loira
esta mulher que paralisa
não parece ser mulher
parece menina...e foi, que isso menina!
e por vias de encontrar-se
perde-se a força da voz
por medo
és uma bundona realmente,
tu és, Sâmara, uma mulher da bunda grande.
Sâmara, você é sua bunda, seus, olhos,
sua cabeleira...
não se esqueça....
Mas eu tô tão dentro....
Seu gozo agora o mais gemido
parece que contesta, sim, fui possuída...
Ergo-me sentindo sozinha
o medo do amor que há no meu peito.
Arrumo o quarto, tiro férias,
organizo tudo...pra ver se reflete
na alma.
Não há problemas Sâmara,
não diz da alma
quando adora bundas grandes
tu que moves demais por dentro
e agora permaneces muda.
Não há nada que vejam como sentes,
são só corpos humanos gastando gozo,
ensinando como é fazer, alcançar...
... Não é isso que queria?
Que lhe ensinassem?
Ontem me pareceu uma demonstração da
ternura e do horror
com o olhar posto no passado em sua poesia...
que pude sentir
o papel se repetindo, o desejo do novo,
muito do novo que deseja e sempre virá...
para que não fique congestionado....
ok...
Não vai precisar mostrar o seu ser...
Ainda que o amor viesse,
sua nudez - de corpo, não de espírito,
já foi despida em somente pensar
que amas...
e isso parece melancólico...
e para ti como sempre
ridícula.
Não se trata do caminho do Eros, Sâmara
acorda!
Mentiraaaaa
você não sabe
exatamente nada, Sâmara.
imagens da vida, imagens da vida...
medo da vida, bundona!
Afinal uma mulher que tem bunda grande é você,
e outras..................................................................
E se tiver a alma grande e a bunda pequena?
Vai deixar de tomar no cu?
Para Sâmara!!!
Isso é para que não vejam quem és?
Não há nada perdido
Seu coração está sentindo
Além da bunda
E afinal podem vislumbrar sua alma
Em seus olhos.

terça-feira, agosto 05, 2014

Tive um pesadelo, havia sido capturada
e seria internada num hospital psiquiátrico
eu assustada, louca,
recebia o veredito sentada em frente ao psiquiatra
vestida numa camisa de força:
você está num surto psicótico!
Comecei a hiperventilar....e...
acordei na hora, poootz
e minha unidade da consciência
disse:
não! você só está apaixonada.
Não se preocupe.

segunda-feira, agosto 04, 2014

o importante é que estou grata
sim, estou grata
a vida me faz feliz
sinto-me viva
hj vi um motoqueiro caindo na A. Carlos
ele poderia ter morrido
e eu iria ficar ali analisando o fenômeno?
Obrigada pela graça de ser.
Deus, tira o meu medo,
morre o meu medo...
Eu vou racionalizar, sentir alguma verdade?
estarei depois justificada
pois há verdade na minha confissão.
O meu amor, lembra?
agora parece um sonho confusão.
Amor,
eu não sei de nada
mas parece que amor
é eu ser grata e viva.
Eu volto pra Beleza amanhã,
e daí vai ter Mente e mundo
de novo.......................ahhhhhhhhhhhhhh
eu só queria uma coisa
não ter medo.



Amorança

não saberia dizer o que é 
estar envolta e vedada
em algo que não é sonho
percebendo a queda
yo me quedo... a admirar-me 
surpreendo-me absorvida no deleite de todos
os sentidos
com toda proporção que não posso medir
fluindo, fruindo
meu mundo concentrando
meu pensamento desvaindo-se no desejo 
deseixo
criando um outro mundo onde há o outro
que antes eu dizia invasão, perda da unificação
hoje não
hoje eu quero que a minha realidade seja 
penetrada, assenhorada
sim, me submeta!
eu sei, estou louca!
meu desejo aumentado
meu medo de não ser
o que permite toda a minha gana
gemida
se eu tivesse mais razão...
seria um desalento
sem paixão.

Se eu pudesse dizer
Se eu soubesse
Eu sei
Mas se não quiseres
Não será verdade
Serão meus hormônios??
Toda a minha imbecilidade
Carente?
Eu cansei de errar a respeito
Do que sinto
Pq não pode ser equilíbrio??
Sâmara???

domingo, agosto 03, 2014

O belo como verdade.

Defender a beleza
me disseram muito fácil defender o que
nos causa prazer
mas a questão é, há tantas formas de beleza
que não podem ser reduzidas numa sensação
pois são várias
ok
daí o belo interessado e desinteressado..
mas também pq estas duas classificações?
ok
pra falar da nossa vontade de possuir o belo...
de devorá-lo
do belo de alguma forma fazer parte do que há dentro
de nos inserirmos e compartilharmos o que nos causa
desejo
separemos então
o Eros,
mas o seu caminho que transcende e atribui
significado à beleza
posso afirmar o belo como verdade?
que tipo de verdade?
uma das verdades que o homem busca...
mas o belo já não está dado?
o natural sim
mas podemos criá-lo
e sabemos o que nos apraz...
basta sentir.
Me disseram, que o difícil é defender o feio
agora entendi
porque a relegação do belo
eu nem sei o que é o feio...
o belo como harmonia? o feio como contrário?
ah seria muito simples....
ah....eu só tenho perguntas...
Me disseram que o Duchamp é belo
hummm


Muito belo urinol...

E também disseram que a arte em seus juízos,  no que diz respeito a um gosto apurado,  quando afirma o belo, muitas das vezes é feio, dizendo sobre a Monalisa...


Uma questão de gosto.....hummmm sei, sei...


E daí vem o Duchamp e coloca bigode, nela...ahhhh....



Toda uma desconstrução...muito genial....!!!nossa...

Aí, eu me calo...e penso que defender o belo pode parecer ultrapassado...
dane-se.
superem Platão, vamos lá...quero ver..
A consolação do belo está nele
e tudo o mais que há para ser
harmonia pra mim.






sexta-feira, agosto 01, 2014

Ode to a Nightingale







  
  
MY heart aches, and a drowsy numbness pains 
  My sense, as though of hemlock I had drunk, 
Or emptied some dull opiate to the drains 
  One minute past, and Lethe-wards had sunk: 
'Tis not through envy of thy happy lot,         5
  But being too happy in thine happiness, 
    That thou, light-wingèd Dryad of the trees, 
          In some melodious plot 
  Of beechen green, and shadows numberless, 
    Singest of summer in full-throated ease.  10
 
O for a draught of vintage! that hath been 
  Cool'd a long age in the deep-delvèd earth, 
Tasting of Flora and the country-green, 
  Dance, and Provençal song, and sunburnt mirth! 
O for a beaker full of the warm South!  15
  Full of the true, the blushful Hippocrene, 
    With beaded bubbles winking at the brim, 
          And purple-stainèd mouth; 
  That I might drink, and leave the world unseen, 
    And with thee fade away into the forest dim:  20
 
Fade far away, dissolve, and quite forget 
  What thou among the leaves hast never known, 
The weariness, the fever, and the fret 
  Here, where men sit and hear each other groan; 
Where palsy shakes a few, sad, last grey hairs,  25
  Where youth grows pale, and spectre-thin, and dies; 
    Where but to think is to be full of sorrow 
          And leaden-eyed despairs; 
  Where beauty cannot keep her lustrous eyes, 
    Or new Love pine at them beyond to-morrow.  30
 
Away! away! for I will fly to thee, 
  Not charioted by Bacchus and his pards, 
But on the viewless wings of Poesy, 
  Though the dull brain perplexes and retards: 
Already with thee! tender is the night,  35
  And haply the Queen-Moon is on her throne, 
    Cluster'd around by all her starry Fays 
          But here there is no light, 
  Save what from heaven is with the breezes blown 
    Through verdurous glooms and winding mossy ways.  40
 
I cannot see what flowers are at my feet, 
  Nor what soft incense hangs upon the boughs, 
But, in embalmèd darkness, guess each sweet 
  Wherewith the seasonable month endows 
The grass, the thicket, and the fruit-tree wild;  45
  White hawthorn, and the pastoral eglantine; 
    Fast-fading violets cover'd up in leaves; 
          And mid-May's eldest child, 
  The coming musk-rose, full of dewy wine, 
    The murmurous haunt of flies on summer eves.  50
 
Darkling I listen; and, for many a time 
  I have been half in love with easeful Death, 
Call'd him soft names in many a musèd rhyme, 
  To take into the air my quiet breath; 
Now more than ever seems it rich to die,  55
  To cease upon the midnight with no pain, 
    While thou art pouring forth thy soul abroad 
          In such an ecstasy! 
  Still wouldst thou sing, and I have ears in vain— 
    To thy high requiem become a sod.  60
 
Thou wast not born for death, immortal Bird! 
  No hungry generations tread thee down; 
The voice I hear this passing night was heard 
  In ancient days by emperor and clown: 
Perhaps the self-same song that found a path  65
  Through the sad heart of Ruth, when, sick for home, 
    She stood in tears amid the alien corn; 
          The same that ofttimes hath 
  Charm'd magic casements, opening on the foam 
    Of perilous seas, in faery lands forlorn.  70
 
Forlorn! the very word is like a bell 
  To toll me back from thee to my sole self! 
Adieu! the fancy cannot cheat so well 
  As she is famed to do, deceiving elf. 
Adieu! adieu! thy plaintive anthem fades  75
  Past the near meadows, over the still stream, 
    Up the hill-side; and now 'tis buried deep 
          In the next valley-glades: 
  Was it a vision, or a waking dream? 
    Fled is that music:—do I wake or sleep?  80

John Keats. 1795–1821
  e Apolo e Dafne, Bernini.

Welwitschia mirabilis


sonhei que estava com o Scruton na Namíbia...
??
hoje, buscando saber vi do
deserto que desemboca no mar.
Descobri a Welwitschia mirabilis, a única....mais de 100 anos tirando
a umidade do ar do deserto...???
ela só não pôde ser bela...
o nome do deserto é "lugar vasto"
a areia com tantas partículas soltas dum amarelo
dourado como espelhos refletindo a luz do sol
tentando agregar-se em amontoados
transfigurando, transfugindo
para depois serem fundo da
liquidez total do azul imenso
na maior fluidez de onde surgiu a vida
porque se não fosse o sal,
aquele que tempera,
a gente já tinha bebido
o azul.
Nada disso,
se não fosse o azul ali do lado sentindo
o toque
o amarelo já teria sido consumido.


terça-feira, julho 29, 2014


Enfim, no completo desejo,
na avidez espumante,
apertam-se, murmuram,
expiram os corpos dos amantes.
agarram-se, apertam-se,
as línguas úmidas tocando,
o caminho para o coração do outro forçando,
em vão, pois apenas
pela costa navegam...
nos corpos, não penetram,
e além não chegam.
Outra vez, um no outro sucumbem,
mas barras impenetráveis os dividem.
Todas as maneiras tentam, e sem sucesso se diria
a cura da secreta ferida do amor que não sacia.

De rerum natura.
Lucrécio.

segunda-feira, julho 28, 2014

No domingo
antes da chuva cair
na lagoa
à margem
voavam as andorinhas
eu percebia
que algumas se afastavam
estas assim faziam
para mergulhar com mais
espaço no ar
podiam ir mais alto e voltar
sem trombar
e é claro
desse jeito é bem
mais emocionante!

domingo, julho 27, 2014

lembra de Mente e Mundo?
ich...vergesse!
mentira, tá aqui
pra depois...
fui lá ver o Sócrates
platônico primeiro.
E o mais importante
é a justiça. As leis
a cidade...
mas hj só chove
e o contrato social
ridiculariza
o meu mais importante
aquele...imaterial e invisível
aquele
aquele...

acho que vou parar
um pouco de lidar
com a ingenuidade de pensar
o invisível mais visível,
é a alma que pede ora..
Sou eu, não é mais meu corpo
apenas.

o coração na unha
e a militância Viva o amor no sarau
a ridicularização na filosofia
o fugir dos encontros
muita água fria
o fato de querer que eu seja outra
mais fazer, menos pensar
fiquei com pesar, por tanto te amar
a pensar que meu sonhos também 
poderiam lhe conquistar
se não será o seu reconhecimento
será só o meu mesmo...
mas se são sonhos
como haverão de vê-los?
valor, valor, valor
ich...
vai ler 
tomando um café na padaria.
com a chuva que acalma teu dia.
Eu sei que você queria que eu fosse como você
pensava que sua opinião importava
pois estava na lista daquelas opiniões que importavam
e agora?
que não está feliz com o ser que escolhi ser
que pena
pois quem escolhe sou eu
eu queria que gostasse dele como eu gosto
mas os valores são sempre assim
todos querem o mesmo valor
que eles próprios atribuem
ok
algo vai mudar,
só não sei ainda.
não há nenhuma verdade
a terceira crítica ainda está no armário
continuo com a pura ao lado da cama
hoje um pouco
não há possuir pela espalda
não há verdade de pares
enfim,
a verdade é o todo
mas também não há
perda de expectativas
ok,
vi a garça novamente no laguinho
veio um urubu dando o ar da graça
pousando do seu lado
e ela o espantou...
a história total de hoje
três nãos
chega destas tentativas
a história aberta
conduzida
a minha modalidade de ser
não quer se mostrar tanto
como antes
mais educada, mas ao mesmo tempo
mais política, mais polida
menos transparente,
interesses mais proeminentes...
verdades aparentes?
fantasmas...que ora me visitam
problemas filosóficos
e???
um perfume novo
realidades em foco
emergindo
da verdade total
que eu lembro sempre
a sucessão dos dias
as pessoas no caminho
as conversas
imunidade baixa
a verdade é a própria realidade
no seu devir
na medida que se toma consciência.
A sucessão do diverso...
me passa.






sábado, julho 19, 2014

Vetor espalda

Julgando a probabilidade de acertos
Com possíveis erros de jogos de sedução
Quanto mais comunicável
No ambiente entusiasta acadêmico
Sinto a presença e vejo você
A minha unificação
Pôde receber o vetor
Aquele de tomada de forma
Posso agora lembrar da terceira crítica
Guardada...
Vou pra ela.
Pode quem sabe mostrar-me alguma
Verdade
De pares
Sem intenção de algum
Doutrinamento
Numa incontrolável dominação de forças
Que me vem possuir pela espalda.

quinta-feira, julho 17, 2014

Mind and word, hã? stopped! the action of declaring or making righteous in the sight of God!

o que torna mental o mental?
o que é o mental?
eu diria mensagem?
mas e a dor? a vontade?
que saco...vai cair nos jogos de linguagem?
na vida? consciência...
só há mente se há vida...
o mundo como relação,
ah sei de nada não...ão ão ão
não há nada de novo
só eu
incrível
a minha confissão
vai cada dia com menos
necessidades, aquelas de antes, talvez
incrível
tudo me parece tão como é
tenho dúvidas se não são os hormônios
queria escrever sobre a necessidade de destruição
de devorar o belo
talvez tenha conteúdo conversando com um
especialista em estética
talvez...
sabia que o dia foi longo?
sabia que tive mais horas?
agora eu madrugo, recebo o dia
quando ele vem, vai ser assim até que mude
algo
escuto pássaros numa sinfonia
na caminhada no campus
vejo micos atropelados
mais nada
parece sempre o mesmo
mas parece sempre diferente
teve até garça no lago da reitoria
e um idiota espantando...quem acredita?
quero devorar o belo na academia
mas o que conversa comigo é outro
o belo é demais pra mim...fdp ainda ousa me tocar...
cheio de sortilégios...kkkk
o que sinto ao querer evitá-lo?
sinto raiva por não poder escolher não querer...
sei que quer o meu olhar...
o meu desejo... e o tem...
está sobre qualquer contexto...
impondo-se ao meu olhar, não...
ahhhh
nada importante...
são apenas aquelas partes vistas num dado contexto...
no fim,
eu quero aulas,
mestres...
conhecimento...um pouco, um pouco...
o belo é evidente a todos que olham
e todos querem devorá-lo?
ah...eu não tenho nada pra dizer
além do belo
que há na academia...merda.
e o dia já acabou.
O belo é mental?
mas se ele morrer, como a Marilyn,
o belo não morre.
Mente e mundo já foi pro saco,
nem sei se consigo...
devo ser reprovada de novo?
afinal, se não se sabe nem como se conhece, REPROVADO
quanto mais conhecer Mente e Mundo..........................................ahhhhhhhhhhhhhh
ah alguma coisa eu vou aprender. Afinal, uma voz ecoará dentro de mim.....
e no fim saberá,
sua atração pelos analíticos Sâmara,
é coisa do Mefistófeles...

segunda-feira, julho 14, 2014

INMORTALIDAD DE LA NADA



Todo lo consumado en el amor
no será nunca gesta de gusanos.

Los despojos del mar roen apenas
los ojos que jamás
—porque te vieron—,
jamás
se comerá la tierra al fin del todo.

Yo he devorado tú
me has devorado
en un único incendio.

Abandona cuidados:
lo que ha ardido
ya nada tiene que temer del tiempo.


Ángel González

Hasta mañana

Voy a cerrar los ojos en voz baja 
voy a meterme a tientas en el sueño. 
En este instante el odio no trabaja 
para la muerte que es su pobre dueño 
la voluntad suspende su latido 
y yo me siento lejos, tan pequeño 

que a Dios invoco, pero no le pido 
nada, con tal de compartir apenas 
este universo que hemos conseguido 

por las malas y a veces por las buenas. 
¿Por qué el mundo soñado no es el mismo 
que este mundo de muerte a manos llenas? 

Mi pesadilla es siempre el optimismo: 
me duermo débil, sueño que soy fuerte, 
pero el futuro aguarda. Es un abismo. 

No me lo digan cuando me despierte.


Mario Benedetti


Pipoca às carpas, camarão, Alemanhã nada...


Pensei que P
eu
falo centrada
nesta tarde
feliz
na final da copa do Mundo
de fato
na lógica dos fatos não
mas das coisas
foste foz
depois acabou
o jogo
e tudo do dia agora
nada é importante
nenhum amor de lembranças
na direção a prumo que apontava para o
que viria a ser
um símbolo foi refutado
e o sangue veio
enfim
na faixa de gaza
muitos morrem
consegui alguns livros do alemão B1 e B2
a Alemanha ganhou
      amanhã já é nada
nada importa agora
talvez P de Platão, não, não agora não...
sem esmaltes
é bom deixar a unha descansar um pouco
eu gostaria de conhecer um pouco
mais da filosofia persa
sonhei que filosofava com o diabo
ele me advertia sobre filosofias que eram feitas
graças à inspiração infernal
era algo sobre o absurdo...deve ter sido
aquele filme do Samuel Beckett
acordei com medo
sonhei com o passado
que me veio
fomos ao parque juntos
veio num cavalo que eu cavalguei
e era branco, pensei até que era o príncipe...
um pouco de feitiçaria usada pra transformar
um ser pra salvar o domingo
dei pipocas aos peixes
aquelas carpas gigantes e bocudas
engolem sem mastigar
deglutindo-o todo o dia
o dia acabou
não há mais disputas em questões fundamentais
há um mundo em minha mente, incomunicável
e um outro, com tão e tão
e tão mais com cor
e por que tão mais prazer neste outro?
não sei o que fazer
sei sim
dormir
para trabalhar amanhã.

sábado, julho 12, 2014

Samstag

vontade de simplesmente
existir
não há nada que eu queira buscar
fora daqui
nem na padaria,
ou em algum pdf
no outro..
lá fora...
sei lá...
pra onde foi meu desejo?
descansar aqui na cama?
assistir um filme?
enfim
descobri
que essa punheta de sentimentos
nobres, altos, lúcidos
ahh preguiça
deles
todo o conhecimento....que eu tenho pressa
ah sei lá
a Medusa me assusta cada vez mais
e é tão pouco, tão nada o que eu vejo
só sei que
Tá tão bom
só eu
o terceiro andar
Mente e mundo
que eu não entendo nada.
Vai de pipoca e cinema.

terça-feira, julho 08, 2014

Alas, our frailty is the cause, not we:
For such as we are made of, such we be.

Twelfth Night

sexta-feira, julho 04, 2014

Ontem a lua sorriu no céu

estive pensando muito
estava só em casa
todas viajaram
e eu não vou pro ninho
estive projetando um amor
que inventei na quarta
tudo bem
até eu saber
que é muito querer
pra alguém saber
o tamanho
da minha vontade.
E assim fico em casa
de calcinha
com Mente y Mundo
e lavo as roupas
não há nenhuma filha de lavadeira
que possa cogitar para um casamento
feliz
aliás
isso cada vez mais
me parece solipsismo
sem
o outro.

sábado, junho 28, 2014

 Homem não é Mais do que a sua ImagemO homem não é mais do que a sua imagem. Os filósofos bem podem explicar-nos que a opinião do mundo pouco conta e que só importa aquilo que somos. Mas os filósofos não percebem nada. Enquanto vivermos entre os seres humanos, seremos aquilo que os seres humanos considerarem que somos. Passamos por velhacos ou manhosos quando não paramos de perguntar a nós próprios como nos vêem os outros, quando nos esforçamos por ser o mais simpáticos possível. Mas entre o meu eu e o do outro, existirá algum contacto directo, sem a mediação dos olhos? Será pensável o amor sem uma perseguição angustiada da nossa própria imagem no pensamento da pessoa amada? Quando deixamos de nos preocupar com a maneira como o outro nos vê, deixamos de o amar.
Milan Kundera, in "A Imortalidade"
Imagem éser é corpo?ser é eterno?meu ser é eterno?porque meu corpo morre?o outro morreos seres humanos filósofos também considerame percebemimaginando como os outros veem
será? 
e o que os outros consideram
passamos por muitosmas e o ser?fluído, permanente..tão pré-socrática, Sâmaraolhando pra Sócratessei de nada não...e devo ser simpática?meus olhos dizem o que quero serperseguindo minha imagem no outro?angustiada?humm?a minha imagem não é ser?portanto vai ser do jeito  que éa pessoa amadahummm a pessoa amada?o pensamento da pessoa amada? uiinão! não deixamos de amarserá que amamos?kkkamar a imagem do ser?hummvamo ver... mas será que a gente vê o ser na imagem?bleahh normatividade, Sâmara, normatividade...



Um ar men

Amor intimidade
Primeiro conhecer-se
Impossível
Sentir a presença
Ah! quanta profundidade
Não nem sempre
Aqui dentro
É o ser
Sentindo
Saber desse trêmulo
Que é parte do
Todo
É meu todo
Pra agora eu inteira
Receber
Compartilhando
Do ser
Que me abrange
Umarmen
E é neutro
Meine das Meer.

sexta-feira, junho 27, 2014

Thauma

pareço ter caído do ar
saindo de não sei onde
do sonho?
não pode ser do nada
tudo tão estranho
cada exigência
eu sem compreender
as necessidades
as reais necessidades
a realidade
impossível
um pouco
eu queria saber o certo
um pouco
a verdade
como sentir
de verdade
em cada lugar
todos os dias
as exigências
tantas
pessoas
nós sentindo
e tentando
descrever que inútil
transcender que quimera
sonhar
que infinito
o tempo
tão finito
meu alimento
meu espelho
minha vida
minha filosofia
minha família
meus desejos
eu não sei de nada disso
hoje disse a um amigo ambos
já sonhamos um dia dentro
porque não nos amamos e fomos felizes para sempre
lhe perguntei
concluímos a complexidade e confusão de ambos
a falta de saber amar ou qualquer outra coisa
caídos num mundo
numa universidade
já temos muita idade
somos tão jovens
imaturos
vividos
queremos um fim feliz somente
queremos que a história termine logo?
em paz? com final feliz?
ah somos humanos e contamos histórias
lembramos.
semana que vem vamos correr
na lagoa?
definitivamente
não sabemos de nada.
não há normatividade alguma
história?
necessidades biológicas?
leis físicas?
sentimentos?
moral?
amor
normatividade
Deus
Minasmundi
Brasil...Brasil....
em casa, em casa
espanto.
Que fulgor
vida, vida..
que valor?
imenso, imenso
eu morro a cada dia
aqui
eu vivo olhando
sentindo
molhando as pupilas
abertas
ao vento
eu escorro
por dentro
e não sei o que dizer
como dizer
o estranhamento
o que eu faço com ele?
eu não sei filosofar
ok
estou na realidade
e sinto o perigo
e a vontade
tanta pressa
meu sonho acordado
que vontade de dirigi-lo
ahhhhhhh
e como seria?
não, não
não
é assim
es muss sein.

https://www.youtube.com/watch?v=ZLptlyxO0DE&index=4&list=PL6FD8EC8A5FB5F850&hd=1

quarta-feira, junho 25, 2014

Tua boca

Sonhei com teus olhos
Me pareceram azuis
E de fato são?
Tua boca tinha cor
Que eu pintei
E parecia ser minha
Era preciso somente beijá-la
Era o que queria
Eu sentia no peito o apontamento
Visceral
Que explodia no coração
Tal descarga de desejo
De paixão
Sabia que naquele instante
Na certeza do meu desejo
Te possuía inteiro
Achei estranho
Não inventei a ilusão
De amá-lo
Perdi tal talento
E isso me assusta
Não sonho mais com um grande
Futuro pra dois
Meu grande futuro glorioso....
Parece não acreditar mais num
Sonho de amor
De almas afins...
Acredito no amor
Que não se eclipsa diante do
Belo
Meu amor
Transcendente
É meu motor
E me ensina a conhecer
A realidade
A verdade
Não consigo ver amor
Em bocas que desejo
Meu amor é sonho por conhecer o outro
Meu amor cristão parece
normatividade...
Só amarei de novo um corpo
Quando as ideias
Não perturbarem mais
Minha cabeça
Meu amor insiste em ser
Eterno
Portanto
Não fala de corpos.
Sou tola
Meu amor não existe.

domingo, junho 22, 2014

Fogueira de São João

Se eu soubesse de algo
Da minha ação que tem interesse
Pelo mundo
Da minha forma
Lógica
Ou somente generalizar
E não precisar
De não sei o que
Eu vejo o tempo passando
Somente
E nas férias suspiro lendo
Romance
Ontem na fogueira de São João
Eu bebi e espantei-me
Continuo procurando amor
Deprimente
Uma fogueira daquele tamanho
Consumir-se
Em poucas horas
O show de fogos
Pedia algo especial
E eu simplesmente percebia
Que não havia
Erro de percepção???
Que palhaçada Sâmara...
E o plano da eternidade?
Veja como sua atitude diante o
Real
É....seu mundinho mental
Que vexame
Sempre sem proporções
Fracassando cognitivamente
Vai dormir...
OK só tô tentando entender
Alguma coisa...

quarta-feira, junho 18, 2014

Normatividade é perceber que podemos nos autodeterminar
No fazer e dizer?
Que belo monumento
Para o meu discurso
Que só diz de mim
De repente
Penso que tenho razão
E a presença de Deus

15-7 = 8

Mais amarelo na cabeleira
Mais feriado
Mais pão e circo
Menos departamento
Mais casa
Mais verde
Mais interior
Menos apartamento
Mais O vermelho e o negro
Menos Mind and World
Mais realidade horizontal
Menos virtualidade vertical
Mais estrelas no céu
Menos gringos na padaria
E manifestações
Mais pé de serra e primos
Mais família
Menos universidade
Mais espanto
Mais morro e igreja
Menos sei lá o que
Mais de mim
Mais Corpus Christi
Para remissão dos pecados
Para salvação
Da minha alma
Que se lança
Para o interior
Que parece mais inteiro
Entre o verde e o azul
Que parece infinito..8
Ou o S indo e voltando.

domingo, junho 15, 2014

Eu digo

O mais importante é o amor verdadeiro...
Se um dia eu souber filosofar e problematizar o amor
Venderei livros...
Prova disso: record de visualizações
Daqui num dia coincidentemente 69!!!!
Tudo isso por causa da postagem O ser amado..
Estou começando a gostar de ser ridícula...
Até algum bósnio veio aqui procurando amor...
Eu sei...o sublime...a mais sublime ilusão
A espécie explica???
Ahhh o amor cristão..
É esse mesmo!!! <3
Ingênuo?
Fodas!
A ideia perfeita que cobre as imperfeições
Unindo corpos
Almas
Que sejam
Ridículas!
Latinas
Calientes
Transcendentes...rsrs
Ahhhhh...kkk

O desejo do real

Eu aprendi do imaginário
Simbólico
Estar aqui
Mas hoje me dou conta
Que por mais que ilusões
Enriqueciam meu mundo
Eu quero o real...
De peito aberto, sem defesas
Vivenciado.
Permito ser o ser que me proponho
A partir das relações com o outro
Quero a minha consciência operando
Na realidade
Não somente em periferias
Imaginárias...
Consciência como força agente
No mundo que compartilho
Com o outro
Entendendo ou não
Nada é mais um pouco do mesmo
E nem eu...

sexta-feira, junho 13, 2014

Qual a diferença do que não é inteiramente absurdo do absurdo da mente inteira?

O agente que aprende
O que quer conhecer
A parte intransmissível
Demonstrada
Como?
Na prática...
O salto
O lançar
Crer para entender
Eu não sei do que
Muito dizem os textos
Eu os leio em casa
E o universo infinito lá fora
Sem sentir nada
A lua cheia implacável
Boquiaberta e cansada
De pensar a variedade
Sem saber como são
Ahhhh me apegar às lógicas transcendentais???
Meu Deus...
Meus processos mentais...devo me assustar com eles?
É preciso ao menos perceber e compreender....ah compreender....quem sabe uma parte.....explicar depois????
Ah que sonho...
São tantas imagens...e transcendência
Ó homem metafísico..
Mais quantas camadas semânticas precisas?
Cante a musa normatividade ao meu espírito.

O ser amado

S sabe q deseja P
Que sonha
Um ideal
O amador transformando em cousa amada
Uma ilusão estimulada
Imaginada, devaneio meu verbo desde sempre
A imagem q S gosta de criar
Q escolha grudada no meu pensamento
Uma imaginação espontânea
Q me dá isso todos dias
Pq a minha imaginação fica assim tão
Fixa e viciada nesta forma de lidar com a realidade
Produzindo sentimentos no peito imaginário
Não saber tocar certo o instrumento que no ritmo
Coração pensamento imagem+ação
Será culpa da sua educação Sâmara?
Autor de realidades marcadas por um simbolismo
Amoroso simbólico e didático
Q vá lhe ensinar a própria realidade, o amor
E eu tão livre
??
Livre até pra pensar e imaginar o que quiser
Tá S sonha e sabe q sonha
S não é cético
Pois pensa q o q sonha é conhecimento
Mesmo pq sabe q sonha...

domingo, junho 08, 2014

te veo distinto
siempre estara distinto
mis ojos
bueno, ya lo pasará de nuevo

Biscoitos existem (Espasmo Metamorfhosis) um pouco mais do mesmo

Não sei o que me aparece ou perece
busco no dicionário da língua portuguesa
parece que aprendo tão pouco
e se me ensinasses ao som das HOras?
se o sonho não alimentasse minhas horas?
se eu deparasse com a poeira e a fumaça somente?
aquela gente, a outra gente
parece ser feliz ou qualquer outra coisa
parece sentir
mesmo afirmando que não..
Eu pareço não entender porquê nenhum
nasci quando? estou no mundo? ah o mundo?
cuidar de outros problemas que são do mundo?
são dos homens, de Deus.
Meu peito
os biscoitos existem agora
estão sob a mesa vermelha
eu escuto e imaginando você escutando
e por que você?
pelos biscoitos?
por tudo e todo universo que há em vc
e eu não conheço
e queria tanto conhecer
mas não posso
eu sonho
eu imagino
e imagino o amor
pois acho que é o amor quem explica
Eu vejo corpos
alguns tremem como eu
eu sinto
e talvez um abraço nos acalme
tão banal e trivial
agora escuto o que um dia já escutou
porque eu substituo
são simplesmente ocupações de ideais?
Não sei... o que é? se eu já deveria dormir?
a música
e tudo que há em mim neste fim de semestre
eu queria muita poesia para poder dizer
se eu pudesse dizer
será ao menos que entendo?
será que eu mudo?
eu vejo? eu conheço o que é?
eu nem quero mais os biscoitos
que existem
eu escuto a metamorfose no piano
e schreiben schreiben
Ich will..nada
nem dormir
nem os biscoitos que existem
mas há tantos argumentos que eu não sei
não passei no exame especial da teoria do conhecimento
e talvez tenha aprendido tanto
até sobre metamorphoses...
sobre coisas que não sei se entendi
eu acho que não entendi
já que errei nas provas com consulta
parece que não sei responder as perguntas
não sei.
talvez agora eu queira os biscoitos
ou imaginar eu aprendendo com vc
sentir como a música
cada toque do seu olhar
achar beleza sem motivo
ver o belo em você
criar a partir do que me diz
tudo sonho
muito sonho
que eu não consigo mudar
eu invento
a sua figura
és tão grande, magnífico
ah quais pronomes ah não ser meu amor
que me ensina como vês
e eu gosto
como vê
a partir de tantos
tão sábios
que se unem em você
eu quero ser assim igual a você
será que não quero ser eu?
não, eu quero!
eu só quero mudar sempre, ver mais
ver com tantos olhos
vendo simplesmente com os meus.
simplesmente?
ah simples... não era ...ah o amor?
suspirar?
pra que suspirar?
é melhor respirar no meu ritmo
este que eu acho bem confortável
escutando os toques
da metamorfose
os biscoitos....e as pessoas
e a igreja, a caveira
o coração
a individuação
o buraco no gesso do telhado, os alteres
a cozinha, o tapete
os pernilongos
meus devaneios
com os cães latindo e o piano de Glass
eu volto a me sentir ridícula quando os cães calam
pra que?
ahhhh q saco Sâmara
coma os biscoitos...
e busque aprender outras palavras.
Não esqueça quando um dos ideais disse para também
mudar o modo de compreensão...
???? só isso. mudar o modo de compreensão
enquanto aprendi tanto somente com o olhar
e com esta música
será que foi assim?
ops, eu não aprendi tanto
parece que eu só fico confabulando
quando sinto o olhar
estava invisível
não consigo esconder o ser
este que idealiza e sonha
ok.

sexta-feira, junho 06, 2014

Mínimamente sinto a sexta

cansativo demais
corrido demais
acabou
agora é Céu nas férias
e
eu invento
um imaginário
surtando no fim de semestre
mas consegui
e não consegui
epistemologia não sabe, não sabe...
ok 
vou pra fora, vou pra fora!!!
um ano, um ano...
fujo pra casa da minha mãe agora
volto segunda
tenho algo pra não ser idiota pra ler
e minha energia é mínima
eu bocejo a cada 20 minutos de vida
precisaria dormir uma semana no meio do mato
pra recuperar-me
mas devo trabalhar na copa
o que devo fazer?
agora sou livre e não há apego algum
não invento mais amores pra me divertir
prefiro pensar nos problemas reais
acho que passei a dormir pensando, acordo de madrugada
com insights, eu durmo e continuo pensando? ou é o sonho q resolve
e traz questões?
eu só sei que quero paz
agora do amor não sei mais nada não...


quinta-feira, maio 29, 2014

Gehe!

Mapeei hoje
todos os pontos e fragmentos deixados
os hologramas
uns insistem
tenho alguns Punkts
mineirão, lagoa
céu nas férias e
UFMG
Eu escrevi umas coisas
citei gente
terminei os trabalhos citando os caras
começando por H por hoje
Heidegger, Hegel
ah querendo ler O Capital, grupo de Marx
que mico, pior dos que os milicos da Fafich
Tô especial, vou pra especial
o negócio me disseram é saber aplicar a Epistemologia
no exemplo
não dá pra inventar nada
tem que passar
inventar coisa Sâmara
vc não quer é passar pela História da Filosofia? aquela minimante especializada
pô não é Lógica
é Ética? aquela que sorri que nem parece de verdade
ah o belo e o feio da Estética, indústrial cultural?
Voegelin, Lavelle, Aristóteles...anda..vai...quero ver...
Poesia??? Não sou nada, não posso querer ser nada...vai, vai
cita sem respirar..kkk
pode impressionar um analítico....que tem risada malévola...rsrs
pode calar-se
com silêncio é mais fácil de entender o que dizem
vai pro quadrado, sua geometria inteligível
sua intuição
algumas teorias dirão
deu conta não né?
e o alemão?
Ich hei βe, Ich bin
como chama a letra certa que parece B...Eszett
Ich studiere die Philosophie..
putz...
sem pesar, vai no ritmo
sem precisar se proteger por montanha
precisa de montanha pra abrir o peito? ah...já sei o quarto andar, o Olimpo, montanha...kkkk
e agora
vai pro CÉU nas férias, ou pra lagoa?
os dois.
Vai  pro romance, vai pro O Capital?
Vai estudar pra especial!!!!!Sua burra, c precisa de 80 pra somar pra depois dividir e vc
ficar com 60! olha, aplicar internalismo, externalismo, confiabilismo, ceticismo, naturalismo
no exemplo, aquele...que fala do mundo, de alguém
não esquece a alucinação, o gênio malígno, o cérebro na cuba...
a justificação, a crença, S sabe que P
S sou eu, P é o .....caralho..isso mesmo, o caralho
S acredita que P
aceita ou crê
S sabe...ich eu já disse S que sabe?
ah tah... S está justificado em acreditar em P???
Sabe de nada
Gehe!

segunda-feira, maio 19, 2014

Espanto

ok o espanto é meu
admira-se em vê-lo em mim tão frequente?
devo convencer-te a espantar-se também?
ao passo que percebo o quanto está inserido nos jogos
não somente da linguagem que nos disse Witt
mas nos jogos dos papeis representados
quer passar sua energia
quer omiti-la?
o que quer?
eu sinto que quer ser visto?
quer que eu saiba que gibt es?
Muito original da sua parte!
todos existem apenas
tua substância é mais um absurdo
sim, irei desconstruir tudo para daqui a alguns anos
construir algo
já tenho bastante material a meu ver
sei dos antagonismos, eu os vivi
sei dos nascimentos, das mortes
dos amores, das perdas
mas há tanto ainda
e nunca saberei o que se passa na tua vida
como vês
o meu espanto é só meu.
Sinto-me impelida a saltar deste mundo em certas horas
quando alguns excluem a minha existência e eu deveria afirmá-la???
quão inútil seria ter o seu olhar pra tudo que fui, não sabes, não sabes
tua vida é só tua
e minha vida é só minha.
Queria propagar o espanto
como numa onda, enfim, qual a motivação para isso?
não sei...não muda nada.
Será somente o seu olhar sobre mim.
Eu o recebo, de peito aberto, ok?!
tenho coragem para isso!

sábado, maio 03, 2014

ahhhhhhhhhh mais absurdo, o meu...

A noção de absurdo
ah a noção de absurdo
o absurdo da falta de sentido
o absurdo de qualquer sentido
já que a realidade nos é indiferente
dar algum sentido é como estar num sonho
acordado dirigido
ao menos há alguma linearidade em algum sentido
a própria realidade parece ser um sonho
sem precisar de lhe conferir sentido algum
apenas sentir
o sol, as estrelas, o bem, a matéria escura que sabemos que
es gibt
o sonho acordado dirigido meu
é claro é um grande romance
e perceber a falta de sentido das relações do mundo
pode parecer sair do sonho
mas será mesmo?
se cada um tem um sonho?
compartilharmos algum sentimento que nos coloque acima de todos
os sonhos
é também se colocar acima da realidade
que não está sonhando
está viva e morre, morre para estar viva
a natureza da superfície não nos diz que é sonho
parece que não é
sonho é o que eu penso
e sua indiferença
é que faz eu ver que eu sonho
la vida és sueño
ah parece romântico demais
para alguém romântica como eu...
afinal como cada um lida com sua realidade objetiva
não parece sonho objetivo
dados todos os acidentes
minhas escolhas é sonho?
talvez sonho seja como eu apreendo os sentidos...
talvez somente os sentidos sejam reais
ah não sei...
talvez a vida seja um romance meu
e a protagonista
pensa que não sonha
sonhando
o sentido é um sonho absurdo?
mas absurdo é viver também sem sentido
querer ser
apenas como vive a natureza
é impossível pois esta é realidade sem sonho.

quinta-feira, maio 01, 2014

Conectada

Eu aprendi agora
o amor não morre
ele está brilhando em minha memória
há espaço vazio, matéria escura
que físicos não sabem o que é
mas sabem que está lá
ou aqui
eu pensei se queria era
aprovação daquela em que há certeza do bem
da paz
do amor
aquela
que morreu faz 22 anos hoje
e sei que amou muito a mim
como eu ainda amo
pois vivo
mas o amor sempre estará vivo
mesmo que eu morra
e a matéria escura também.
O absurdo de Sartre ou Camus
que atormenta-me faz alguns dias
e neste que poderia ser
de luto, de feriado do trabalhador
de trabalhos de filosofia a serem feitos
enquanto alguns descansam
assistem filmes
ou
sei lá o que
o amor está
também
em dias comuns
fazem ver-me e ver a vida
eu vejo os antagonismos
algumas verdades que considero
o sentido
é a vida
mas também a morte.
Não sei o que serei
eu estou agora
viva
e o dia passou
veio a noite
eu caminhei duas vezes
em volta do condomínio
escuto buzinas
outro jogo certamente...
e eu absurdamente
como biscoitos
que também existem.
Encontramos outras formas de conectarmos
porque percebemos que estamos desconectados
e as facetas que nos unem ou nos separam
são absurdas
mas existem
Eu vi o olhar da moça da padaria
era o homem revoltado
que não pode se colocar acima
por que?
por trabalhar num feriado sem querer
não, não pode ser...
eu fui apontada de não ter a cara do povo
por um professor da Ciência Politica comunista
que faz trabalhos com Quilombolas...
ah a Dilma pegou em armas, como eu...tudo
mera identificação de um tempo
vazio de conexão pra mim
eu não sei
gostei dele
mas
disse-lhe que queria ser da elite intelectual como ele era
que ele disse que não era...
como assim? eu também posso ser uma humanista
e ter a cara do povo
o que é o povo e sua cara?
que papo comunista
é como se eu só quisesse a mudança se fosse a favor do comunismo
senti isso
ditou-me como conservadora
mas o que eu quero conservar é o bem
o amor
a paz
eu sei que sou ridícula
e muitos só enxergam o mundo impossível
de se viver sozinho
e talvez nunca faça política alguma
a minha ilha ao lado da federal e a própria federal como minha outra ilha
não! não vai ser assim sempre...
Eu sei, é um tempo que vai ser diferente daqui a algum tempo
se vivo
não sei se quero dizer coisas boas também
se quero dizer para o povo
se eu sou o povo
se tenho cara do povo
se sou trabalhadora
não sei o que vou dizer.
Mas não quero mais ter medo do absurdo.
E como queira ser boa pra minha avó e pra mim,
e pro mundo
o que é ser boa?
aprovada?
ahhhhh tolice
minha avó me amou como era pra ela
e eu a amo como foi pra mim
volta-me nestas horas
que se ela estivesse viva
estaria vivendo em paz
com a natureza, com o eu, com a matéria, com o caralho a quatro e toda matéria escura ou não
e é o que eu quero
onde foi que perdemos este bem?
e descobrimos a matéria escura?
ela está em mim quando sou
e eu sei que a matéria escura também está
e o amor conecta-nos.
Eu fico com o dois com a ilusão do sentido que dei
o amor
e com o sentido por ele próprio da vida
pois eu olho pela janela
e o amor que vejo
está em mim
e pode estar nas estrelas também.
Ou no homem que passa voando de helicóptero..
nestes morcegos?
morcegos não devem amar....ah! os chineses também não!rsrs
Eu sei que não sei nem tirar conclusões.
e não há luto em mim...
eu lembro é do amor,
sempre!
Isto parece evidentemente absurdo; mas quem deseja tornar-se um filósofo deve apreender a não temer absurdos.

Russel, B. - Problemas da Filosofia.
Não sei parece estranho
Nunca foi assim
Eu percebo q brinco
Eu sinto
Que são são
Penso q estou conectada
Mas é tanta confusão
Eu acho que deveria ser mais simples
Sem competição
Eu li vc leu quem entendeu?os morcegos cantam nesta árvore
Não há nenhuma Minerva na árvore
rsrsrs
Eu me sinto uma idiota
Ah quantas coisas eu deveria saber
Para lhes dizer
Quantas?
alguém diz, nãooooo
tal pessoa não diz isso
quando eu digo
ela disse tal coisa...kkkk
eu pareço estar brincando no meio de vcs
fico zuando a competição
e digo eu li assim
vc leu assado
é melhor que ele leia tbm!kkk
e há tantos que só repetem tantas coisas
tantos nomes Ich dass vergesse immer...rsrs
sei dos mais usados e com predigree maior
tantos princípios a ser lidos e depois falados
ahhhhhhhh
crise
não! não é ser uma enciclopédia ambulante...
vou ter que ficar transcrevendo pra realidade a medida que
vou lendo?
parece que sim, parece influência do absurdo...ah voltar
falar mais do absurdo aqui
pra o Professor ver depois se o entendi....rs
Aproveitar que a Janis parou de gritar pra mim.
é assim
tira a roupa
coloca a Janis
e vai começar os trabalhos
não esqueça da lagoa mais tarde