Como me sinto?
Trocando de pele, propositalmente? fatalmente?
Fiel à amargura de estar só,
absorta em si mesma,
esqueço-me do que sou, do que se deixou ser..?
Escrevo me para não ver, que não amo, cala-te!
Não amas!! hahaha
Numa esperança louca, evoco fantasmas do que possa ser. Quem és tu?
Num abandono da personagem caricatural, abdico-me ao nada, eu morro e mato, sou nova, numa psoríase...fatalmente?
Se pudesse não ter o ser que sou, trocaria a pele? É tristeza olhar pro passado e ver as escamas do que fui.
O que vai nascer, não sei, mas partindo do que sou, possíveis alegrias consistem?
Apresentarei-me uma nova cor. Nova! Do outro não sei, nada, dormes...
Prossegues na estrada de ser, o que se quer, mas o que é o meu querer? Cala-te! não amas...
Vai ser um novo ser? hahaha
Pesas fazer o que não gosta, por que, eu não sei fazer? aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa
Troca a pele, mato, perco, fujo da personagem, do drama que dói.
É presente, ya lo sé..
Amanhã serei mais feliz, ou serei feliz..?
Numa nova epiderme, que eu não sei como é...Encontrarei-me sem julgar, num sonho do que posso ser, tudo em vão. Conclusão, não sei ser.
E não alivia porra nenhuma tentar não ser caricatural, lê Nietzsche, Schopenhauer ou Sartre, nada!!
Enterro e morro pernas, braços, costas que se desfazem, meto-me numa cova, colho um destino digno, perco o fio da vida. Não! morro na mentira que fui, descubro o que tinha de ser... cala-te e dormes- não amas!
segunda-feira, março 26, 2012
domingo, março 18, 2012
O sonho Brigitte Bardot

Poder e esforçar-me para parecer interessante, é avaliado como é feito tal esforço, e este que dita se é ou não interessante...(?)
Já existe um olhar convidando pro acesso, algo mudou e está diferente, mesmo sendo um convite que foge, ainda existe um retesamento na espinha, na espera dum relaxamento, yo estoy mui feliz..sem a ânsia de poder ser vista ou desejada, gerando um movimento contrário ao encontro, medo da nudez..da entrega. Como apresentar-me? Podo, podo as arestas, o desejo latente, atrai o olhar do convite e logo a negação do sim...estranho, diferente.
Agora que eu comecei a relacionar-me com o mundo -isso claramente pode ser visto_ numa conquista que já não é dada, já não há um oferecimento ao alheio consumo, por nada, vá consumam-me...há o esforço. E a pitangueira com seus frutos verdes é vista como uma promessa do vermelho suculento e vitamínico, haaaaaaaaaaaa promessas, mas a questão é que o Sol não marca mais coisa alguma, pontos marcados cronologicamente fundamentados em conquistas sentido. Sempre destrambelhamento, mas não é bem essa palavra, não é confusão, é um não sei quê de olhares de profundidade inútil, ser diferente em caminhos bem diferentes, escolhas de ser acessível, ou não.. merda pro autismo manifesto em sorrisos convidativos pra uma massagem nas costas...medo de ser vista e saber da possibilidade de deixar-se ver, brincadeirinha gostosa e sensual, - diferente! porém sinto que a palavra já não é mais somente diferente e estranho, isso já um grande alívio, coeso e pacífico.
Em sonhar Brigitte, sonho com o desejo de sentidos novos, a conversa não é novo tema, é nova imagem, não sei. Muda a fronte, o sonho do belo.
sábado, março 17, 2012
Hot spot
Dia de chuva e labore..sábado, e no fim..coceira...frieira.
um pouco de auto-destruição, só um pouco, menos do que se programava..
as expectativas, quanto a barbudos e cabeludos, deu em chuva,
um hot spot que arde, jorrando do núcleo...formando altos de ilhas, em mim.
A noite, ainda em chuva, sem expectativas,
não espero, não espero mais. Vi-vo, a bike, os concursos, os cursos, o tempo.
O sol já não marca coisa alguma, aliás, tempestades solares podem afetar...hum...
O amor que porra é essa? relâmpagos, clarões, carência infantil, eu fujo, das fodas..dos homens. Homens? cabeludos, barbudos, idiotas, homens..
Não sei o que fazer de mim, como ser par, já não há a busca pelo outro de fato, mas há...
Garrafas vazias sobre a mesa, copos, cinzeiros cheios...vida cheia do que eu nem vivi.. morte do que foi.
Estou farta, e ainda anseio encontros, como? Acontece algo somente na expectativa do que eu possa ser, sem-pre..do que eu possa sentir. Algo fora de mim, dois..
Alguns dizem pra que eu tente com qualquer um que possa parecer, oferecer carne, merda pra isso.. avulsa, desejo desejar...
Mas já não sou aquela que em vão tenta encontrar meios, deseos.
Não sei se vou acabar por desejar o que não queria, não, não, avulsa sigo.
Como um aviso inútil, rotulo o todo insignificante, numa ânsia de símbolos que inventei.
blá, blá, blá.. sinto o pulsar do nada no peito,
A necessidade de salvar o belo, o pensar
do encontro, sai de mim como seiva, jorra vira ilha num oceano louco e pessimista, cansado da reflexão do azul, que é pura ilusão...
Vai coça, arranca os pés com as unhas, pele morta nas mãos, isso sim é a única verdade de hoje. A única. Fungos.
um pouco de auto-destruição, só um pouco, menos do que se programava..
as expectativas, quanto a barbudos e cabeludos, deu em chuva,
um hot spot que arde, jorrando do núcleo...formando altos de ilhas, em mim.
A noite, ainda em chuva, sem expectativas,
não espero, não espero mais. Vi-vo, a bike, os concursos, os cursos, o tempo.
O sol já não marca coisa alguma, aliás, tempestades solares podem afetar...hum...
O amor que porra é essa? relâmpagos, clarões, carência infantil, eu fujo, das fodas..dos homens. Homens? cabeludos, barbudos, idiotas, homens..
Não sei o que fazer de mim, como ser par, já não há a busca pelo outro de fato, mas há...
Garrafas vazias sobre a mesa, copos, cinzeiros cheios...vida cheia do que eu nem vivi.. morte do que foi.
Estou farta, e ainda anseio encontros, como? Acontece algo somente na expectativa do que eu possa ser, sem-pre..do que eu possa sentir. Algo fora de mim, dois..
Alguns dizem pra que eu tente com qualquer um que possa parecer, oferecer carne, merda pra isso.. avulsa, desejo desejar...
Mas já não sou aquela que em vão tenta encontrar meios, deseos.
Não sei se vou acabar por desejar o que não queria, não, não, avulsa sigo.
Como um aviso inútil, rotulo o todo insignificante, numa ânsia de símbolos que inventei.
blá, blá, blá.. sinto o pulsar do nada no peito,
A necessidade de salvar o belo, o pensar
do encontro, sai de mim como seiva, jorra vira ilha num oceano louco e pessimista, cansado da reflexão do azul, que é pura ilusão...
Vai coça, arranca os pés com as unhas, pele morta nas mãos, isso sim é a única verdade de hoje. A única. Fungos.
domingo, março 11, 2012
pré-mal-estar
Não poderei expressar tal sentimento, um pavor de estar aqui olhando pra mim, de saber dos pares nos quartos em minha casa e estar só..
Gozo só a minha própria existência, não tenho o prazer de dividi-lo, talvez nem queira, ou queira muito...
Chamo as lágrimas, são bem-vindas, meu egoísmo não permite o transbordar sobre a face.
Venham! Eu grito d´alma como os pingos das goteiras gritam no chão.., não ousariam vir, sorrio do pensar louco, duvido, não adianta pensar que outro poderia estar aqui? a dividir? o gozo? não concebo o amor.(hã?)
Eu o desejo como um sonho, um sonho louco.
Dói me o estômago, sinto que um dente também pede pra doer..infiltrações?
a pele...não sei, não sei, coça, a náusea existencial de pensar, enjoar, coçar, existir............. o vazio de sentir, o não-sentir, de sentir demais, eu trocaria de pele se pudesse, arrancaria o dente se pudesse, vomitaria se conseguisse.
AAAAAhhh! eu descobri! a associação ao limpar das paredes, o sangue........ Não há lucidez em sangrar literalmente, por que não vem? tá esperando o que? eu precisaria estar bem, eu penso, enjoo..eu estou bem (?) a natureza incumbida...
O feminino presente grita, todo o meu pensar e pesar agora está reduzido a uma conclusão física numa rotina.. a fúria, a angústia, a carência reduz a uma espera fatal. Como poderia esquecer?
Pro caralho a vida, a tensão, o amor, o próprio caralho, tudo!!
Não! Eu podia ter um caralho agora...Ser um pau rosado num corpo bronzeado...! hhaaaaa eu poderia transar comigo... ser outro..putz..
Gozo só a minha própria existência, não tenho o prazer de dividi-lo, talvez nem queira, ou queira muito...
Chamo as lágrimas, são bem-vindas, meu egoísmo não permite o transbordar sobre a face.
Venham! Eu grito d´alma como os pingos das goteiras gritam no chão.., não ousariam vir, sorrio do pensar louco, duvido, não adianta pensar que outro poderia estar aqui? a dividir? o gozo? não concebo o amor.(hã?)
Eu o desejo como um sonho, um sonho louco.
Dói me o estômago, sinto que um dente também pede pra doer..infiltrações?
a pele...não sei, não sei, coça, a náusea existencial de pensar, enjoar, coçar, existir............. o vazio de sentir, o não-sentir, de sentir demais, eu trocaria de pele se pudesse, arrancaria o dente se pudesse, vomitaria se conseguisse.
AAAAAhhh! eu descobri! a associação ao limpar das paredes, o sangue........ Não há lucidez em sangrar literalmente, por que não vem? tá esperando o que? eu precisaria estar bem, eu penso, enjoo..eu estou bem (?) a natureza incumbida...
O feminino presente grita, todo o meu pensar e pesar agora está reduzido a uma conclusão física numa rotina.. a fúria, a angústia, a carência reduz a uma espera fatal. Como poderia esquecer?
Pro caralho a vida, a tensão, o amor, o próprio caralho, tudo!!
Não! Eu podia ter um caralho agora...Ser um pau rosado num corpo bronzeado...! hhaaaaa eu poderia transar comigo... ser outro..putz..
domingo, fevereiro 26, 2012
de naveos nave deos
mer
mer
merd dame
meda
dema
na verdadi q
o
importanti
senti
di qui forma
mora
roma amor
coça
aço
passo
mer
merd dame
meda
dema
na verdadi q
o
importanti
senti
di qui forma
mora
roma amor
coça
aço
passo
quinta-feira, janeiro 26, 2012
Shit!
Acho que não modifico
n
ão tenho filosofia de vida nenhuma, e sem querer manter um discurso
melancólico
hoje chove
depois de tanto calor,
um dia tão quente,
fritei o dia todo,
ainda não entendo o porquê...
chutando caixas,
dou risada agora..
hoje não deu pra correr, meu trapézio dolorido.
É eu queria uma palavra nova, busco ao dicionário, esqueço
fadiga,
agora eu posso tomar um banho.
Se eu tivesse um cigarro, mas eu parei..
n
ão tenho filosofia de vida nenhuma, e sem querer manter um discurso
melancólico
hoje chove
depois de tanto calor,
um dia tão quente,
fritei o dia todo,
ainda não entendo o porquê...
chutando caixas,
dou risada agora..
hoje não deu pra correr, meu trapézio dolorido.
É eu queria uma palavra nova, busco ao dicionário, esqueço
fadiga,
agora eu posso tomar um banho.
Se eu tivesse um cigarro, mas eu parei..
terça-feira, janeiro 24, 2012
Quem pensa, não casa!
Mais um jargão na tentativa de alguma definição: Quem pensa, não casa!
ah que ótimo, acho que foi uma das melhores! É quase pedir pra meditar.. não pensa, não pensa..
Então, estar interessado, não seria necessidade,
só por decisão..humm
seria uma presunção auto-negativista..
É linda, interessante, inteligente,
afirmação, aceitação.."necessidade" e mais sedução, convencimento.
Por que presumir o contrário..?
enfim, sou B-...se faz algum sentido,
depois de comermos, dou uma chance pra mim e pra ti...
Sinceramente não acho possível sentir, é claro não é possível,
sentir igual duas vezes..presumo,
que idiota, a lembrança do bom ficou tão referencial...ah pro caralho!
..talvez seja isso que o faça me ver triste, uma certa nostalgia de impressões,
mesmo que eu não seja, não há motivos pra ser infeliz, a não ser, o não-ser como queira..mas muitos não o são.. e daí?
É fácil se é só isso!
A sua física trouxe mais lógica a uma certa tendência às minhas estranhas ideias metafísicas..que entram e saem da minha cabeça..
Não sei se quero ¨ter¨ uma pessoa..se isso fosse possível..se você quer "ter" uma pessoa como eu, se nem sabe de que tipo de pessoa eu sou...se isso interessa,
não estar apaixonado, companhia, orifícios.
Que me ensine, quando for entediante...
Putz que merda de declaração,
a minha introspecção chegou num nível péssimo!
quando foi que isso começou?
quando comecei a me achar velha!
Andando igual uma criança serelepe? saltitante...
não sei dizer, ah novidade!!
quando ninguém mais conheceu,
quando o medo de fazer de mim o que eu não quis,
não vejam, não vejam...não podem ver!
Medo de não ser amada? vá pro inferno com isso!!
Encontrar a própria verdade..
O pior é que eu tô com seu cheiro
e nem sei se gosto disso! merda..e agora?
Putz...
ah que ótimo, acho que foi uma das melhores! É quase pedir pra meditar.. não pensa, não pensa..
Então, estar interessado, não seria necessidade,
só por decisão..humm
seria uma presunção auto-negativista..
É linda, interessante, inteligente,
afirmação, aceitação.."necessidade" e mais sedução, convencimento.
Por que presumir o contrário..?
enfim, sou B-...se faz algum sentido,
depois de comermos, dou uma chance pra mim e pra ti...
Sinceramente não acho possível sentir, é claro não é possível,
sentir igual duas vezes..presumo,
que idiota, a lembrança do bom ficou tão referencial...ah pro caralho!
..talvez seja isso que o faça me ver triste, uma certa nostalgia de impressões,
mesmo que eu não seja, não há motivos pra ser infeliz, a não ser, o não-ser como queira..mas muitos não o são.. e daí?
É fácil se é só isso!
A sua física trouxe mais lógica a uma certa tendência às minhas estranhas ideias metafísicas..que entram e saem da minha cabeça..
Não sei se quero ¨ter¨ uma pessoa..se isso fosse possível..se você quer "ter" uma pessoa como eu, se nem sabe de que tipo de pessoa eu sou...se isso interessa,
não estar apaixonado, companhia, orifícios.
Que me ensine, quando for entediante...
Putz que merda de declaração,
a minha introspecção chegou num nível péssimo!
quando foi que isso começou?
quando comecei a me achar velha!
Andando igual uma criança serelepe? saltitante...
não sei dizer, ah novidade!!
quando ninguém mais conheceu,
quando o medo de fazer de mim o que eu não quis,
não vejam, não vejam...não podem ver!
Medo de não ser amada? vá pro inferno com isso!!
Encontrar a própria verdade..
O pior é que eu tô com seu cheiro
e nem sei se gosto disso! merda..e agora?
Putz...
quarta-feira, janeiro 18, 2012
domingo, janeiro 15, 2012
Ow..o que acontece aos domingos?
é dia pra música lenta?
ventilador ligado grita! vai cai do teto!
faz o domingo girar no chão!
eu poderia sair,
eu trabalhei...kkk
eu me sinto idiota.
Só idiotas trabalham aos domingos..e escrevem quando chegam em casa.
Enquanto alguns nadam, bebem, trepam...kkk
que merda..
toma uma ducha, não!
ah correr..
é dia pra música lenta?
ventilador ligado grita! vai cai do teto!
faz o domingo girar no chão!
eu poderia sair,
eu trabalhei...kkk
eu me sinto idiota.
Só idiotas trabalham aos domingos..e escrevem quando chegam em casa.
Enquanto alguns nadam, bebem, trepam...kkk
que merda..
toma uma ducha, não!
ah correr..
putz, tava lendo o fim de 2011, tenso...q só foi até outubro...ou seja ele não apareceu aqui,
que merda, não poder se afligir mais com o passado! Estar livre num presente sem fugas, parece que o fundo foi pro lugar, pro-fundo!!!heeeeeeee eu não sei dizer, como eu adoro devanear,
ah..poderia escrever mais, ich...começou,
rapidamente chego a conclusão que melhor é dormir, aliás eu durmo até em sonhos!, onde parte do fundo volta e vai embora pra buscar as muletas...
muletas e megeras;
dormem..
que merda, não poder se afligir mais com o passado! Estar livre num presente sem fugas, parece que o fundo foi pro lugar, pro-fundo!!!heeeeeeee eu não sei dizer, como eu adoro devanear,
ah..poderia escrever mais, ich...começou,
rapidamente chego a conclusão que melhor é dormir, aliás eu durmo até em sonhos!, onde parte do fundo volta e vai embora pra buscar as muletas...
muletas e megeras;
dormem..
sábado, janeiro 14, 2012
Megero?
Certa noite, meia hora pro fim de um sábado,
pensar, e sempre é tão nostálgico,evidente.. mesmo ontem...
Agora eu sei porque quero estar sozinha...
talvez não tenha um humor tão negro,
aliás eu esqueci que é incrível!
não sou doutora em *&¨% nenhuma,
só os meus pêlos fazem-me parecer um leãozinho!
não tenho cargos que exijam exclusividade...
parece-me que não possuo nada,
penso se também observa,
o que faria ficarmos juntos?
Parece definido, parece inventado..
e depois de um mergulho,
a mim,
ir pro Norte ou Sul...
Depois de algum tempo qualquer um pode virar qualquer coisa,
até uma megera...ou um megero..se existisse no feminino..
Descobrindo que eu possa ser uma mulher perversa, ou
uma mãe desnaturada ou do gênero de serpentes e de borboletas,
ou qualquer outro
conceito, vocabulário, traduzido..
'enquanto alguns estudam outros nadam'
é cômico porque também é trágico!?
como posso esquecer.?
eu posso aprender tantos
novos conceitos,
se é com g ou j...
eu conceituo megera = bruxa!
E o meu senso de humor incrível, (*)
ah! não vê a graça em golfadas
ha! se já o fazíamos
-possíveis frustrações?
explico, não fisicamente..
Físico? hum...ui
Filosófico? humm...ui, ui!
Não!
eu não sei bem,
em línguas e texturas,
não digo nada,
aliás digo,
antes que termine o dia...
se enxergar cada vez mais jovem,
eu verei contraindo?
pensar, e sempre é tão nostálgico,evidente.. mesmo ontem...
Agora eu sei porque quero estar sozinha...
talvez não tenha um humor tão negro,
aliás eu esqueci que é incrível!
não sou doutora em *&¨% nenhuma,
só os meus pêlos fazem-me parecer um leãozinho!
não tenho cargos que exijam exclusividade...
parece-me que não possuo nada,
penso se também observa,
o que faria ficarmos juntos?
Parece definido, parece inventado..
e depois de um mergulho,
a mim,
ir pro Norte ou Sul...
Depois de algum tempo qualquer um pode virar qualquer coisa,
até uma megera...ou um megero..se existisse no feminino..
Descobrindo que eu possa ser uma mulher perversa, ou
uma mãe desnaturada ou do gênero de serpentes e de borboletas,
ou qualquer outro
conceito, vocabulário, traduzido..
'enquanto alguns estudam outros nadam'
é cômico porque também é trágico!?
como posso esquecer.?
eu posso aprender tantos
novos conceitos,
se é com g ou j...
eu conceituo megera = bruxa!
E o meu senso de humor incrível, (*)
ah! não vê a graça em golfadas
ha! se já o fazíamos
-possíveis frustrações?
explico, não fisicamente..
Físico? hum...ui
Filosófico? humm...ui, ui!
Não!
eu não sei bem,
em línguas e texturas,
não digo nada,
aliás digo,
antes que termine o dia...
se enxergar cada vez mais jovem,
eu verei contraindo?
segunda-feira, outubro 17, 2011
Mais devaneios
Organizar para revelar-se, eu vi, enxerguei o real, tão cru...
Numa rotina sem lógica, sem vontade de amor ou de potência.
Alguma referência, servindo ao esquecimento e alimentando o inconsciente.
O meu fígado sorri, e melhor é não desanimá-lo. Saber que vive, morre, julga, pensa.. Sem balelas, acrescentamos muito mais... nomearemos, eu, eu, eu,
Arriscando, no tempo, tragicamente não merecido, imanente num grito,
eu tenho q dormir...
e não tenho nada. Eu minto e assumo q minto, a minha história conta.
tenho, q ter..tenho q ter..poesia, arte,ciência, filosofia e um monte
mas tá tarde e chovendo...
e já não há mais nada a fazer, nenhuma virtude por agora.
O que é, poderia não ter sido,
a verdade, afasta-me da lógica...Pra toda ação há um sujeito...a chuva, o vento, uma luta pra realização...eu não gosto da identidade. Lógica da exclusão...sobram incluídos???
Um sujeito fictício, meu delírio embriagante, potencializado. Suportando o real, meu maior talento, sinto, sinto, sinto, o excesso...explodo, duplico idealizada.
Identidade desconcertante, choques e formas..fodas
Numa rotina sem lógica, sem vontade de amor ou de potência.
Alguma referência, servindo ao esquecimento e alimentando o inconsciente.
O meu fígado sorri, e melhor é não desanimá-lo. Saber que vive, morre, julga, pensa.. Sem balelas, acrescentamos muito mais... nomearemos, eu, eu, eu,
Arriscando, no tempo, tragicamente não merecido, imanente num grito,
eu tenho q dormir...
e não tenho nada. Eu minto e assumo q minto, a minha história conta.
tenho, q ter..tenho q ter..poesia, arte,ciência, filosofia e um monte
mas tá tarde e chovendo...
e já não há mais nada a fazer, nenhuma virtude por agora.
O que é, poderia não ter sido,
a verdade, afasta-me da lógica...Pra toda ação há um sujeito...a chuva, o vento, uma luta pra realização...eu não gosto da identidade. Lógica da exclusão...sobram incluídos???
Um sujeito fictício, meu delírio embriagante, potencializado. Suportando o real, meu maior talento, sinto, sinto, sinto, o excesso...explodo, duplico idealizada.
Identidade desconcertante, choques e formas..fodas
segunda-feira, setembro 12, 2011
Falta algo?
Tem de sempre de ter, ah cansativo e muito acumulativo,
tem dias esplêndidos, podendo ser contemplativos, não sei exatamente como.
Descrevo que acabado e morrido, cansada, folga...penso que poderia ser mais que dramático, como sempre. Sem ser teatral, numa rotina infinita, até o fim do ano? até o fim da vida?
Quereria o certo, mas é tão banal, tão esperado.
Um emprego público, tão estadista, tão merda...tão desejado. A fuga, una duda.. baixa imunidade, álcool, desprendimento, pensamento, não! ali não...
finda, finda...é melhor eu ir ver tv, não...buscar uma obra comum...Dostoiévsky...ta...o maior dos romances políticos, máscaras, como inventá-las? que saco,
Tem de sempre de ter, ah cansativo e muito acumulativo,
tem dias esplêndidos, podendo ser contemplativos, não sei exatamente como.
Descrevo que acabado e morrido, cansada, folga...penso que poderia ser mais que dramático, como sempre. Sem ser teatral, numa rotina infinita, até o fim do ano? até o fim da vida?
Quereria o certo, mas é tão banal, tão esperado.
Um emprego público, tão estadista, tão merda...tão desejado. A fuga, una duda.. baixa imunidade, álcool, desprendimento, pensamento, não! ali não...
finda, finda...é melhor eu ir ver tv, não...buscar uma obra comum...Dostoiévsky...ta...o maior dos romances políticos, máscaras, como inventá-las? que saco,
quarta-feira, agosto 10, 2011
Devaneios
O tempo, a tardança
envelheço o cenho, trago três rugas...
Franzo, choro o ato do não-amor, do não-ser...iludo-me e dói.
Alivio com a seiva lágrima que vem dali, piegas e ridículo, coração.
Um amor que não foi e não vai ser, assim me passa. Se eu aprendesse a aceitar que podes não viver aqui, podes não estar em mim. Nem se eu fosse tão boa que tivessem mais do que piedade, de não-ser, nem assim... O fato é que minha insignificância permanece em extremos idiotas, ninguém poderia conhecer e amar, sem nenhuma piedade... minha beleza se perde por falta de uso, não há vendas, nem empréstimos, nem nada..nem toque algum, um papel de parede que vai mofando com o tempo...num encontro de um cotidiano comum miserável, isento de lazer, prazer, pra que fazer? Produzir felicidade compartilhada...planos, sonhos..risadas sóbrias?. Por que eu te imagino tanto? eu não deveria amar assim. Iludir, fantasiar, murmurar..O que direi de mais terrível essa noite?
Em noites como estas eu o tive em meus braços, agora eu só urro meio louca.
envelheço o cenho, trago três rugas...
Franzo, choro o ato do não-amor, do não-ser...iludo-me e dói.
Alivio com a seiva lágrima que vem dali, piegas e ridículo, coração.
Um amor que não foi e não vai ser, assim me passa. Se eu aprendesse a aceitar que podes não viver aqui, podes não estar em mim. Nem se eu fosse tão boa que tivessem mais do que piedade, de não-ser, nem assim... O fato é que minha insignificância permanece em extremos idiotas, ninguém poderia conhecer e amar, sem nenhuma piedade... minha beleza se perde por falta de uso, não há vendas, nem empréstimos, nem nada..nem toque algum, um papel de parede que vai mofando com o tempo...num encontro de um cotidiano comum miserável, isento de lazer, prazer, pra que fazer? Produzir felicidade compartilhada...planos, sonhos..risadas sóbrias?. Por que eu te imagino tanto? eu não deveria amar assim. Iludir, fantasiar, murmurar..O que direi de mais terrível essa noite?
Em noites como estas eu o tive em meus braços, agora eu só urro meio louca.
Poema no romance
A PORTRAIT OF A ARTIST AS A YOUNG MAN
(1904)
Não te cansaste do ardor trilhado,
Fulgor do decaído serafim?
Não lembre os dias encantados!
Teu olhar tem meu coração queimado
E tens até sua vontade enfim.
Não te cansaste do ardor trilhado?
Acima das chamas louvores elevados
Ao longo dos oceanos assim.
Não lembre os dias encantados!
Nosso rompido pranto angustiado
Sobe tal um hino – sem fim.
Não te cansaste do ardor trilhado?
Quando em sacrifícios mãos elevadas
O cálice transborda sobre mim.
Não lembre os dias encantados.
E ainda fixamente tens olhado
Com gestos lânguidos para mim!
Não te cansaste do ardor trilhado?
Não lembre os dias encantados.
Trad.by leonardo de magalhaens
Are you not weary of ardent ways,
lure of the fallen seraphim?
Tell no more of enchanted days.
Your eyes have set man's heart ablaze
And you have had your will of him.
Are you not weary of ardent ways?
Above the flame the smoke of praise
Goes up from ocean rim to rim.
Tell no more of enchanted days.
Our broken cries and mournful lays
Rise in one eucharistic hymn.
Are you not weary of ardent ways?
While sacrificing hands upraise
The chalice flowing to the brim,
Tell no more of enchanted days.
And still you hold our longing gaze
With languorous look and lavish limb!
Are you not weary of ardent ways?
Tell no more of enchanted days.
James Joyce
sexta-feira, julho 29, 2011
Awakening
O dreams, my dreams,
Where is your sweetness?
Where are you,
Joy of nightly fleetness?
They're gone away –
My fancies, gay,
And now alone
In darkness grown
I, sleepless, stay.
A mute night hovers
My bed above
In a flash lone
Turned cool and gone
Dreams of my love,
Like a tense crowd.
But still heart beats
The longings' sound
And catches bits
Of dreams around.
Love, hear my plea,
Hark to my prayer:
Send back to me
Your visions, fair,
And by morn sky,
Again enchanted,
Let . . . Let me die
Still unawaken'd.
Pushkin
Where is your sweetness?
Where are you,
Joy of nightly fleetness?
They're gone away –
My fancies, gay,
And now alone
In darkness grown
I, sleepless, stay.
A mute night hovers
My bed above
In a flash lone
Turned cool and gone
Dreams of my love,
Like a tense crowd.
But still heart beats
The longings' sound
And catches bits
Of dreams around.
Love, hear my plea,
Hark to my prayer:
Send back to me
Your visions, fair,
And by morn sky,
Again enchanted,
Let . . . Let me die
Still unawaken'd.
Pushkin
sábado, junho 04, 2011
Júpiter
Júpiter, filho do Céu, pai de Minerva e das Musas, recorrendo a Álvaro
"se puder inspirar, que inspire!"
Sua mãe entregaste-O às ninfas da floresta para que não fosse devorado por seu pai Saturno...uhuhuu Teus filhos foram filhos de deusas e de mulheres,
tomaste a forma do outro para amar. Nasce Hércules.
É o maior, de todos. É um gigante, de gás. È tempestades, é a Grande Mancha Vermelha, o que mais o difere, uma tempestade anti-ciclônica, tempestade estável...ahhhhh característica permanente...o iluminado!
Entoncés, o que poderia ser dito, agora
quais seriam as palavras, ou que sentir
as pausas onde ficariam (INTERROGAÇÃO ONDE ESTÁ
AH.. é só uma sexta-feira, o pib tá uma merda, e daí
o meu salário, o meu emprego, eu tô na minha casa...e daí
eu durmo agora, ou acendo um cigarro, arranho a garganta
e durmo
eu arrepio <=; sem interrogação
acaba a coca-cola
uiii...e agora...hahaha
e Júpiter:
e o destino...ah o destinho é amanhã: sem interogação q vai ser substituído por isso >
ah saudade
do que foi e do que ainda não foi
a economia reduzirá o ritmo no trimestre seguinte, e o crescimento > diminuir a demanda por consumo...humm equilibrar a demanda. Mantendo estímulos para crescimento...
ah durmo, e Júpiter :
come asteróides e cometas...
"se puder inspirar, que inspire!"
Sua mãe entregaste-O às ninfas da floresta para que não fosse devorado por seu pai Saturno...uhuhuu Teus filhos foram filhos de deusas e de mulheres,
tomaste a forma do outro para amar. Nasce Hércules.
É o maior, de todos. É um gigante, de gás. È tempestades, é a Grande Mancha Vermelha, o que mais o difere, uma tempestade anti-ciclônica, tempestade estável...ahhhhh característica permanente...o iluminado!
Entoncés, o que poderia ser dito, agora
quais seriam as palavras, ou que sentir
as pausas onde ficariam (INTERROGAÇÃO ONDE ESTÁ
AH.. é só uma sexta-feira, o pib tá uma merda, e daí
o meu salário, o meu emprego, eu tô na minha casa...e daí
eu durmo agora, ou acendo um cigarro, arranho a garganta
e durmo
eu arrepio <=; sem interrogação
acaba a coca-cola
uiii...e agora...hahaha
e Júpiter:
e o destino...ah o destinho é amanhã: sem interogação q vai ser substituído por isso >
ah saudade
do que foi e do que ainda não foi
a economia reduzirá o ritmo no trimestre seguinte, e o crescimento > diminuir a demanda por consumo...humm equilibrar a demanda. Mantendo estímulos para crescimento...
ah durmo, e Júpiter :
come asteróides e cometas...
quinta-feira, maio 19, 2011
Derramamento
Num só pasmo, busco em sobressalto.
Tardio é o tempo que se faz em falta;
onde possa encontrar o olhar, o desejo vencido ali, inteiramente acabado.
O Paraíso e todo o lume, ofuscaram-me os olhos, talvez não pudesse ver o real.
Beatriz! Beatriz! onde está você?
O conhecimento, nem razão há que explique inquietação. Divina virtude, duvida?
Tal disposição é essencial, desejos d'uma incorente.
Não sentes que poderia estar dentro? Ficas no frio, recebes o gélido luar com os ventos e não vem. Que asco, tua presença não sai. Sinto-me impelida a procurar-te, a que sítio visitas, onde possa ir ao teu encontro?
Mendigando, falas como quem sonha. Amor, revela-me teu nome e destino. Podes zombar e ocultar, já não há receio, nem entendimento..Sinto transformar, julgo-me, perco-me.
Os fatos me darão razão, enfim, a subida ao primeiro céu, quando hei de vê-lo outra vez?
Mergulho cogitando o caminho que posso percorrer, purificada darei clareza às palavras.
Alcançar o juízo sem exigir provas.
Equivoco-me, no lo sé, senhora de mim, percebo oscilar em verdade. Não consigo ver o fundo, convence-me de não estranheza. O que almejo conhecer, orienta-me os movimentos, o ânimo, toma a imagem e permanece...Possível?
Quizá..afetos flamejantes, alegria havendo em encontrá-lo, desejo de conhecer a causa...livre do meu querer.
Tardio é o tempo que se faz em falta;
onde possa encontrar o olhar, o desejo vencido ali, inteiramente acabado.
O Paraíso e todo o lume, ofuscaram-me os olhos, talvez não pudesse ver o real.
Beatriz! Beatriz! onde está você?
O conhecimento, nem razão há que explique inquietação. Divina virtude, duvida?
Tal disposição é essencial, desejos d'uma incorente.
Não sentes que poderia estar dentro? Ficas no frio, recebes o gélido luar com os ventos e não vem. Que asco, tua presença não sai. Sinto-me impelida a procurar-te, a que sítio visitas, onde possa ir ao teu encontro?
Mendigando, falas como quem sonha. Amor, revela-me teu nome e destino. Podes zombar e ocultar, já não há receio, nem entendimento..Sinto transformar, julgo-me, perco-me.
Os fatos me darão razão, enfim, a subida ao primeiro céu, quando hei de vê-lo outra vez?
Mergulho cogitando o caminho que posso percorrer, purificada darei clareza às palavras.
Alcançar o juízo sem exigir provas.
Equivoco-me, no lo sé, senhora de mim, percebo oscilar em verdade. Não consigo ver o fundo, convence-me de não estranheza. O que almejo conhecer, orienta-me os movimentos, o ânimo, toma a imagem e permanece...Possível?
Quizá..afetos flamejantes, alegria havendo em encontrá-lo, desejo de conhecer a causa...livre do meu querer.
sábado, maio 07, 2011
III - Salmos da Noite
Ó minha amante, eu quero a volúpia vermelha
Nos teus braços febris receber sobre a boca;
Minh'alma, que ao calor dos teus lábios se engelha
E morre, há de cantar perdidamente louca.
O peito, que a uma furna escura se assemelha,
De mágicos florões o teu olhar me touca;
Ao teu lábio que morde e tem mel como a abelha,
Dei toda a vida... e eterna ela seria pouca.
Ao teu olhar, oceano ora em calma ora em fúria,
Canta a minha paixão um salmo fundo e terno,
Como o ganido ao luar de uma cadela espúria...
— Salmo de tédio e dor, hausteante, negro e eterno,
E no entanto eu te sigo, ó verme da luxúria,
E no entanto eu te adoro, ó céu do meu inferno!
Alphonsus de Guimaraens
Não sei, a ressaca, preciso de inspiração parnasiana..refluir.
Eu penso, como macio está o leito, onde posso deitar-me.
Aquela luz bordô, a esbórnia, você...
Noites longas. Não sei viver no amanhecer, fujo do tempo que nasce.
Não! Eu quero! }Quero muito, eu vejo.
Parece-me tão vivo! os raios prolongados, o ângulo de incidência da luz refletida, assim desvio o olhar. Eu fujo.
Prefirir o crepúsculo da tarde ao da aurora?
Espera que no fim possa ser melhor? Na despedida...no conceber da noite.
Eis que tudo se faz dia, não havendo lugar para as sombras, tudo fica tão claro, minha alma é tomada, vai o tempo sem que eu perceba e saúda o novo.
Eu concentro no que ouço e vejo, enquanto o Sol vai surgindo, e não há ninguém no mesmo caminho que nós..é tão cedo, tão novo..
Subamos, deixemos de apressar-nos.
São vários pensamentos, já vou..
Sâmara
Nos teus braços febris receber sobre a boca;
Minh'alma, que ao calor dos teus lábios se engelha
E morre, há de cantar perdidamente louca.
O peito, que a uma furna escura se assemelha,
De mágicos florões o teu olhar me touca;
Ao teu lábio que morde e tem mel como a abelha,
Dei toda a vida... e eterna ela seria pouca.
Ao teu olhar, oceano ora em calma ora em fúria,
Canta a minha paixão um salmo fundo e terno,
Como o ganido ao luar de uma cadela espúria...
— Salmo de tédio e dor, hausteante, negro e eterno,
E no entanto eu te sigo, ó verme da luxúria,
E no entanto eu te adoro, ó céu do meu inferno!
Alphonsus de Guimaraens
Não sei, a ressaca, preciso de inspiração parnasiana..refluir.
Eu penso, como macio está o leito, onde posso deitar-me.
Aquela luz bordô, a esbórnia, você...
Noites longas. Não sei viver no amanhecer, fujo do tempo que nasce.
Não! Eu quero! }Quero muito, eu vejo.
Parece-me tão vivo! os raios prolongados, o ângulo de incidência da luz refletida, assim desvio o olhar. Eu fujo.
Prefirir o crepúsculo da tarde ao da aurora?
Espera que no fim possa ser melhor? Na despedida...no conceber da noite.
Eis que tudo se faz dia, não havendo lugar para as sombras, tudo fica tão claro, minha alma é tomada, vai o tempo sem que eu perceba e saúda o novo.
Eu concentro no que ouço e vejo, enquanto o Sol vai surgindo, e não há ninguém no mesmo caminho que nós..é tão cedo, tão novo..
Subamos, deixemos de apressar-nos.
São vários pensamentos, já vou..
Sâmara
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